ADALBERTO COSTA JÚNIOR PARTICIPA NUM PROJECTO SUPOSTAMENTE ROUBADO

 ADALBERTO COSTA JÚNIOR  PARTICIPA NUM PROJECTO SUPOSTAMENTE ROUBADO

O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, informou à sociedade, no dia 31 de Março do presente, através do facebook, que recebeu um convite formal para participar no primeiro “Congresso da Nação, uma iniciativa, segundo a publicação, do projecto “Pensar Angola”, que reunirá políticos, Instituições Religiosas, empresários, Membros da Sociedade Civil, etc., previsto para os dias 27 e 28 de Maio deste ano. De acordo com a publicação, o acto de formalização do convite foi presenciado pelo empresário Francisco Viana, antigo Secretário-Geral do MPLA e ex-primeiro Ministro, Macolino Moco e a Activista Cívica e advogada, Priscila Simão, tidos como organizadores do congresso. Entretanto, o Portal “A DENÚNCIA” recebeu uma denúncia segundo a qual esta Comissão Organizadora – aparentemente ao lado de ACJ, em que o músico Eduardo Paim também faz parte – roubou a iniciativa de cuja primeira edição já foi realizada no ano passado e que teve como prelectores o actual Ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Filipe Zau, a economista Filomena Oliveira, os músicos Matias Damásio e Big Nelo, o escritor John Bella, o humorista Costa Vilola, o deputado David Mendes, o político Mfuca Muzemba, o jornalista William Tonet, entre outros, como se pode ver nos vídeo, por meio deste link: https://www.youtube.com/channel/UCY165_jd2Z8u-0H8Y52qoBA?app=desktop)

O Gestor Bancário, Geraldo Mambo Dala, alega ser o principal criador da inciativa “Pensar Angola” e demarca-se do “Congresso da Nação”, que convidou Adalberto Costa Júnior. “O referido congresso não é uma iniciativa do projecto Pensar Angola, mas uma ideia descaradamente copiada e ilicitamente apropriada ao cidadão angolano, Geraldo Mambo Dala, incluindo o dia e mês do evento, logo eventualmente punível como crime”, disse.

O também escritor classifica a acção como um “acto de falta de criatividade e de imensa fraude intelectual dos referidos organizadores, que foram previamente abordados” e, por isso, – segundo ele – “não podem alegar desconhecimento ou distracção”. “Foram devidamente informados de que estão a copiar e a usar uma ideia que não é deles”, afirmou.

Na Carta-denúncia enviada à nossa redacção, datada de 2 de Abril de 2022, Geraldo Dala, diz que manisfestou a sua preocupação pelo que chama “ apropriação abusiva da marca, da estrutura do evento e até das datas, sem ter sido previamente consultado”, no dia 25 do mês antepassado, à Comissão Organizadora liderada por Marcolino Moco, Francisco Viana e o músico Eduardo Paim, quando anunciavam o evento “Pensar Angola” em conferência de imprensa.

Mambo afirma que, num diálogo ameno, Marcolino Moco “descartou qualquer responsabilidade individual pela apropriação da marca. Remeteu o caso a Francisco Viana e solicitou-lhe para integrar a Comissão Organizadora. Mas, Geraldo diz ter rejeitado por lhe terem usurpado o seu projecto e haver incompatibilidade de objectivos. “Já no seu escritório em Viana, Francisco Viana redundou na repetição do convite para fazer parte da comissão organizadora. Disponibilizou-se em financiar o meu livro como compensação pela apropriação da marca. De forma explícita, indicou que o congresso será realizado apenas este ano com o objectivo de colocar o “MPLA na oposição” e que depois daí, eu, Geraldo Mambo Dala, poderia dar continuidade às minhas conferências anuais, já sob novo Governo”, afirmou.

O Portal “A DENÚNCIA” tentou contactar alguns dos visados, mas não obteve sucesso.

O Coordenador da Conferência Nacional Pensar Angola, Geraldo Mambo Dala, diz que a iniciativa “Pensar Angola” visa a criação “de uma plataforma de ideias para a concepção, promoção e divulgação de possíveis soluções para os desafios do país. Nessa senda, avança que a II Conferência Nacional “Pensar Angola” está prevista para os dias 27 e 28 de Maio do corrente ano e para a qual já foram endereçados convites aos prelectores.

Refere ainda que a Iniciativa “Pensar Angola” é uma marca devidamente registada no Departamento de Marcas do Instituto Angolano de Propriedade Industrial a 15 de Junho de 2021, sob Processo n.° 68649 e que a iniciativa tem como objectivo promover a consciência patriótica dos angolanos e o seu empenho na busca de soluções para o bem-comum de todos os angolanos, independentemente de filiações partidárias. Por conseguinte, Geraldo Mambo Dala vem repudiar de forma veemente “a usurpação da marca Pensar Angola para fins político-partidários, como sejam a derrota do MPLA ou a integração na UNITA”.

O cidadão apela publicamente aos organizadores para que corrijam a fraude intelectual, tenham ideias inovadoras e possam contribuir para a discussão imperativa sobre Angola e os angolanos, de forma honesta e séria. Se tal não acontecer – diz ele – não se exclui o recurso às instâncias cíveis e criminais para adjudicação acerca do manifesto abuso e apropriação indevida.

Carlos Alberto

http://adenuncia.ao

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