“Prelector do SINSE” ameaça funcionários da Administração de Viana 

 “Prelector do SINSE” ameaça funcionários da Administração de Viana 

O administrador Municipal de Viana Demétrio de Sepúlveda realizou na passada sexta-feira, 1 de Julho, o “Seminário sobre Tratamento de Material Sensível”, no auditório da Universidade Jean Piaget, com um prelector designado como sendo do SINSE (Serviço de Informação e Segurança do Estado), o senhor Dr. João Fernandes, que serviu para intimidar os funcionários e proibir que façam chegar documentos ao Portal “A DENÚNCIA”, face às provas publicadas (documentos oficiais) nos 3 capítulos da nossa reportagem com o título “Portomóvel, Inspector-geral Adjunto da IGAE, Vice-procurador-geral da República, GPL, ZEE e a ocupação ilegal do perímetro do NAIL”, que mostram que o condomínio Vila Lisboa foi construído à margem da lei, com protecção de altas entidades do Estado e que pode condicionar a certificação internacional do Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL).

Durante o seminário, dizem as fontes, o prelector Dr. João Fernandes, ladeado do administrador Municipal de Viana Demétrio de Sepúlveda e das directoras do Gabinete Jurídico e dos Recursos Humanos, censurou a entrega de documentos da Administração de Viana a jornalistas (ocultando o nome de Carlos Alberto) e chamou atenção aos funcionários da Administração Municipal de Viana sobre o dever de sigilo que são obrigados a ter, sob pena de serem despedidos, caso partilhem “informações sensíveis”.

O Portal “A DENÚNCIA” sabe, entretanto, com base noutras fontes, que o SINSE tomou conhecimento das irregularidades e crimes durante a construção ilegal do condomínio Vila Lisboa e que alertou o Presidente da República João Lourenço sobre as possíveis consequências, aguardando que os autores sejam responsabilizados.

Ao nível da Inspecção-Geral da Administração do Estado, o Portal “A DENÚNCIA” sabe que o Inspector-geral Adjunto da IGAE Eduardo Semente Augusto agiu para beneficiar a construção ilegal do referido condomínio em conluio com o Vice-Procurador-geral da República Luís de Assunção Pedro da Mouta Liz.

Nesta semana, a nossa investigação jornalística verificou que Isaías Lisboa Aires, que contou com o apoio do jornalista da TPA Ernesto Bartolomeu, que se beneficiou de casas e lojas no mesmo condomínio (com provas apresentadas no Capítulo 2 e no Capítulo 3 da reportagem do PAD), intensificou o marketing da venda das casas ilegais e tudo está a ser feito a céu aberto, sem nenhuma investigação da Procuradoria-Geral da República (PGR) nem do Serviço de Investigação Criminal, apesar da nossa reportagem de denúncia, com 3 capítulos já exibidos, com provas documentais, que mostram que Eduardo Semente Augusto, o Inspector-geral Adjunto da Administração do Estado, Luís de Assunção Pedro da Mouta Liz, Vice-procurador-geral da República, Joana Lina, a ex-governadora da Província de Luanda, António Henriques da Silva, Presidente do Conselho de Administração da Zona Económica Especial e o seu antecessor António de Lemos, responsáveis do GONAIL e do Ministério dos Transportes “facilitaram” a construção das mais de 600 casas ilegais no condomínio Vila Lisboa, dentro do perímetro de segurança do Novo Aeroporto Internacional de Luanda, que já teve um voo inaugural, com um silêncio das autoridades, e que se vai chamar Dr. António Agostinho Neto.

 

Carlos Alberto

http://adenuncia.ao

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